terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

PROPOSTA 03 - 1º BIMESTRE 2015

Prezado (a) vestibulando (a),

A educação costuma ser apontada como um dos principais direitos sociais, devido aos benefícios que pode proporcionar ao cidadão. Uma recente pesquisa internacional, por exemplo, revelou que quem estuda é mais feliz. Outro argumento muito usado em favor da educação formal são os índices econômicos e trabalhistas, pois quem estuda normalmente ocupa os postos de trabalho mais bem pagos e consegue uma qualidade de vida melhor. Mas há exceções: de Sílvio Santos a Bill Gates, são vários os exemplos de indivíduos que conquistaram sucesso pessoal e profissional sem possuir um diploma universitário, assim como muitos também são os casos de pessoas formadas que não se sentem realizadas. O que você pensa disso? Estudar pode tornar as pessoas mais felizes? Qual a relação entre o estudo e uma carreira profissional bem sucedida?
Imagine que você foi convidado por um jornal de circulação local para escrever um ARTIGO DE OPINIÃO sobre o tema:

Qual a relação entre o estudo e uma carreira profissional bem sucedida?


Para sua produção, tenha como base os textos abaixo.
Texto I
Estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais
Um estudo recente sobre aspectos da educação mostra que quem estuda mais tende a ser mais feliz e ter uma expectativa de vida maior. O levantamento What are the social benefits of education? (Quais são os benefícios sociais da educação?, em tradução livre) foi produzido pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte.
"A educação ajuda as pessoas a desenvolver habilidades, melhorar a sua condição social e ter acesso a redes que podem ajudá-las a terem mais conquistas sociais", dizem os autores da pesquisa.
Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque têm maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para quem tem nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.
Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais. Já os portugueses, asseguraram a diferença mais baixa, apenas 3.                                  [UOL Educação]
(...)

Texto II
Participação política
Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal.                                            [UOL Educação]

Texto III
Milionários sem diploma
Bill Gates abandonou Harvard, montou a Microsoft, e se tornou um dos homens mais ricos do mundo com uma fortuna de US$ 58 bilhões. Samuel Klein veio da Polônia para o Brasil fugido de um campo de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial, começou a vender utensílios domésticos de porta em porta, fundou as Casas Bahia e hoje é o rei do varejo brasileiro com uma empresa que faturou R$ 12,5 bilhões em 2007. Silvio Santos, um camelô no Rio de Janeiro, virou dono de mais de 30 empresas e do canal de televisão SBT. O que todos esses empresários com histórias tão diferentes têm em comum? Além de patrimônios que ultrapassam nove dígitos, nenhum possui diploma de curso superior. Ou abandonaram o mundo acadêmico antes de conquistar o diploma ou nem mesmo tiveram a chance de chegar lá. Aprenderam na marra, quebraram a cara em algumas ocasiões, porém, triunfaram.
(...)                                                                                                                                                       [Istoé Dinheiro]

Texto IV



Texto V
“O estudo é a única fórmula infalível para o sucesso” (EdimarMendes)


Informações Gerais:

- A prova de Redação em Língua Portuguesa constará da produção de um texto de 20 (vinte) a 25 (vinte e cinco) linhas, de acordo com as instruções nela indicadas.
- A Redação deverá atingir o mínimo de 20 (vinte) linhas, sendo que cada linha não escrita até esse limite implicará a perda de 2,5 pontos. 
- O valor da prova de Redação será de 60 (sessenta pontos) e no seu julgamento serão considerados os aspectos textuais, gramaticais e de convenções da escrita formal.
- Cada erro de aspecto textual ocasionará a perda de 2,5 pontos, de aspecto gramatical, a perda de 1,0 ponto e de aspectos de convenção da escrita formal a perda de 0,5 ponto.
- O não atendimento ao tema proposto para a Redação, a Redação ilegível, em branco ou escrita a lápis, implicará nota 0 (zero) nesta prova.




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